terça-feira, 21 de março de 2017

#Resenhadacolorida - Celular - Stephen King



Sinopse: Onde você estava no dia 1º de outubro? O protagonista Clay Riddell estava em Boston,
quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina. Stephen King - que já nos assustou com gatos, cachorros, palhaços, vampiros, lobisomens, alienígenas e fantasmas, entre outros personagens malévolos - elegeu os zumbis como responsáveis pelo caos desta vez.
Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.
Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.
Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfolio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.
Os três sortudos - entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia - tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível?



Resenha: Celular do Stephen King foi lançado em 2006 e foi a primeira incursão do mestre do terror no "universo Zumbi". 
Clay Riddell, divorciado e desempregado, é um desenhista de histórias em quadrinhos que tenta progredir na vida com seus desenhos.  Com um grande contrato em vista, viaja para Boston à negócios, deixando sua ex-esposa e filho no Maine para ir em busca de realizar seu grande sonho, ver seus quadrinhos publicados. Com o contrato fechado e feliz da vida, Clay retorna ao hotel onde está hospedado. É um belo dia de verão e exatamente às 15:-03h o Pulso acontece. Várias pessoas enlouquecem, atacando e arrancando pedaços umas das outras sem qualquer explicação, parecendo zumbis. Riddell tenta achar uma explicação, talvez um atentado terrorista, mas acaba percebendo que somente quem estava ao celular foi atingido pela loucura.
A cidade de Boston está em chamas, vários mortos pelo chão, e Riddle só pensa em uma coisa, sobreviver, sair da cidade, e voltar para seu filho, rezando para que nada tenha acontecido com ele, pois ele tinha um celular, que nunca usava, e Clay se agarrou a isso para seguir em frente.
Clay acaba se juntando à mais duas pessoas, Tom McCourt e Alice Maxwell, e juntos eles seguem para o Maine, tentando entender o que está acontecendo, e o que podem fazer para mudar essa situação.
Enquanto isso, os zumbis, chamados de fonáticos pelos personagens, vão evoluindo no decorrer da história, de matadores sanguinários passam para andróides catadores de rádios, isso mesmo, rádios. Eles saem sempre quando o dia amanhece,  caminham na mesma direção para se alimentar e pegar os rádios pelo caminho, voltam em bando antes de anoitecer, se deitam e ligam os rádios tocando sempre as mesmas músicas, criando assim, várias teorias de que eles estão programados por alguém, para agir todos da mesma forma. O problema é que eles só aceitam uns aos outros, se um humano atravessar o caminho dos fonáticos, é morte na certa.
Será que Clay e seus amigos vão conseguir sobreviver à esse mundo apocalíptico? Vão encontrar seus entes queridos transformados em fonáticos? O que fazer para voltar a viver, e não somente sobreviver? Nessa jornada, vamos acompanhar o que a humanidade pode fazer de pior e até que ponto o instinto de sobrevivência pode chegar quando ameaçados.

O FILME


Após finalizar a leitura, pesquisei mais sobre o título e vi que no ano passado (2016) foi lançado nos Estados Unidos o filme baseado no livro Celular, o roteirista foi o próprio King  e Tod Willians foi o diretor desse suspense.
Na trama, Clay Riddell (John Cusack) é testemunha ocular do caos generalizado que se instaura no planeta. Em um segundo todas as pessoas usando aparelho celular perdem o controle mental e tornam-se assassinas. Um dos poucos sãos, ele salva Tom McCourt (Samuel L. Jackson) da morte e, com sua ajuda, tenta reencontrar o filho.
Não assisti ainda, mas pelo trailer percebi que o filme não é totalmente fiel ao livro, teve várias modificações, o que é normal, mas a proposta é a mesma. Quero muito assistir para saber se terei algumas respostas de dúvidas que ficaram no ar durante a leitura do livro.